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4/27/2013

Outono Abril 2013 Patagonia

Roteiro da Viagem:
  1. Puerto Varas a Bariloche pelo passo Cardenal Salmore.
  2. Bariloche.
  3. Bariloche a San Martin de Los Andes pela 7 Lagos.
  4. SanMartim de Los Andes a Chile pela Barcasa.
  5. Huilo Huilo a Puerto Varas.  

Nos Andes, entre passo Cardenal Salmore e o passo de Argentina.

Fantastica cor em Bariloche

Alamos pintados de amarelo ouro.

Vista deslumbrante - Lau Lau, Bariloche.

Entre Vila La Angostura e San Martin

4/26/2013

Outono Abril 2013 Pastagonia

21 de abril de 2013. Decidimos ir a Argentina por uns dias. Queriamos ver as cores do outono e comprar oleo de Rosa Mosqueta em Bariloche. Saimos na quarta feira, pela manha, deixando os dois basterdinos, Fitz Roy e Zesebel(mais conhecida como Bundoleu) em casa. De Puerto Varas ao passo Cardenal Salmore, nada mutio diferente, mas ao comecar a subir os Andes, que surpresa!!! Haviamos esquecido da erupcao do Cordao do Caule e todo o transtorno que ocasionou nesta area. Pois bem, a vegatacao, as arvores e as montanhas estavam secas e muita cinza no chao. Quase no topo o cenario comecou a mudra aos poucos, tudo foi comecando a ficar coloridinho e enchendo nossos olhos e nos deixando perplexos com tanta beleza. No topo mesmo, era tudo arco-iris. Digo arco-iris, o colorido das arvores umas junto as outras, vejam as fotos. As grandes montanhas, no alto o contraste era lindo, a montanha branca de pedra e o vermelho sangue das arvores. Um colirio para os olhos. Passamos por Vila Angostura, que tambem tinham arvores lindas outonais e fomos a Bariloche. Em Bariloche, adorei o café da Mamusca, onde vendem chocolates de matar de bom. Fizeram um café que os doces sao como nunca comi igual, o chocolate quente uma delicia, enfim tive que voltar no dia seguinte. No dia seguinte fomos dar um passei ate o Lao Lao, novamente de matar de lindo. Roseiras e mais roseiras nas cabanas turisticas a beira da Estrada e arvores coloridas, mas o encanto fica com o Alamo amarelo brilhante de doer. Aqui no Chile tem muito Alamo tambem, mas as cores nao se fazem tao fortes como na Argentina, deve ser o tipo do solo, mais frio,,,Bariloche estava linda, eu achei. So a cidade mesmo em si nao eh la grande coisa, mas o comercio eh de compras. Almocamos e jantamos em um restaurante vegetariano muito bom. So ficamos um dia inteiro em Bariloche, duas noites, hora de ir a San Martim de Los Andes. Longa viagem, mas tudo lindo novamente,de encher os olhos o amado colorido e eu menstruada e com colica...so rindooooo. San Martim, sim eh uma cidade deliciosa. Pequena e lindissima. Cheia de arvores, plantas, bosque, lago, cafes, restaurantes e belas contrucoes baixas. Foi so chegar e passar a noite e no dia seguinte seguir viagem. Os gatos nos esperam!! Agora, novidade, decidimos pegar um Ferry Boat para atravessar ate Chile. A Estrada eh linda, 48 km em estrada de terra, passando dentro do Parque Lanin, de San Martin ate a fronteira Argentina/Chile e ai pegar o barco. Levamos umas 4 horas para chegar ate o barco. A travessia foi excelente, muito calmo, um lago lindissimo, e so floresta virgem dos dois lados. Nao mais colorido, do lado Chileno. Ao chegar do outro lado, uma hora e meio de navegacao, procuramos por um hotel que ouvi falar, Huilo Huilo, mas nao tinha certeza se ficaria, era carissimo e nao gosto muito dessas coisas caras, so frescura e nada de diversao. Pois bem, o hotel fica na beira da estrada, deixei o Gerry e fui ver. UaU, Uau Uau , que lindo. Eh um complex turistico, sao 3 hoteis, um Montanha Magica, o que fiquei, em foma de cone, com cascata de agua por fora, molhando toda a vegetacao que cobre a fachada. Por dentro tudo em madeira, respeitaram arvores, pouca luz e vidros e mais vidros dando para a floresta ja que o hotel eh suspenso. So pensei, vale cada centavo. O jantar excelente, as caminhadas maravilhosas, ate Cascatas, etc… Enfim, viemos embora hoje de manha, mas com certeza quero voltar. Bela experiencia. De volta a casa, feliz em ver os dois basterdinos sao e salvos, so as caixinhas de coco cheinhas.

7/21/2011

Pehua

Claudia: Um mes bem frio, neve ate o chao no Vulcao Osorno e no jornal, promocao para navegar de catamara de Petrohue ate Pehua. Oba, vamos nessa! Petrohue fica a 60 km de Puerto Varas, nos pes do Vulcao Osorno e no lindo Lago Todos los Santos. Este passeio e feito por muitos Brasileiros que vem em procura da neve no mes de julho. Eh uma das opcoes de travessia a Bariloche.
Olha o Osorno com neve ate o chao:
Ja dentro do Catamara e rumo a Pehua, esta era a paisagem:
Chegando em Pehua:
As paisagens em Pehua sao estonteantes. Ao chegarmos, fizemos uma caminhada e depois almocamos no hotel, com direito a Pisco Sauer e as quatro horas navegamos de volta a Petrohue. Muitos Brasileiros ficaram no hotel, para no dia seguinte ir a Bariloche, ainda mais que esta era a opcao mais perto de Puerto Varas para ir a Argentina, pois o Cordao do Caulle, Puyehue havia explodido.
Paisagem da volta, Vulcao Puntiagudo:

4/26/2011

Coyhaique, Puerto Ibanez, Cerro Castillo, Puerto Tranquilo

Claudia:

19 de marco de 2011

Nao sei mas desta vez em nossa viagem tenho tido a sensacao de nao saber o que estou fazendo aquí. Um sentimento de vazio talvez. Mas, mas, vamos lá. Gerry insiste em viajar e eu vou nessa. Só que fico observando meus sentimentos ate eles se transformarem. Cada vez que vamos baixando mais a sul as cores de outono se intensificam. As arvores aparecem mais amarelas, alguns tons avermelhados, laranjas e marrons. De ontem para hoje dormimos em uma cabana melhor, pois a agua nao estava funcionando na outra cabana e a dona teve que nos mudar e ceder, ja que pagamos mais barato e ela teve que nos colocar em uma cabana mais cara. Dava para ver que nao ficou contente com a mudanca e Gerry nao gostou tambem pois teve que levar tudo ate a outra. Mas por mim foi otimo, muito mais confortavel. A outra cabana nao valia os 30000 e na verdade era uma exploracao. Ate o papel higienico é raspa-bunda (tambem na cabana mais cara). Uma observacao: Nestas cabanas em que estamos a dona é elegante, vive em uma casa que parece ser muito confortavel, mas as cabanas estao a desejar. O fogao é so um fogareiro de duas bocas, esses de camping e na cabana mais simples, so funcionava uma boca. Ja na Cabana de Puerto Aysen, a dona vive em uma casa simples, mas se esforcou e colocou tudo do bom e do melhor dentro e alem disso fez com amor. Alem do que uma vive alegre e a outra mais seria. Nada contra ninguem, so uma observacao.

Moranguinho silvestre

20 de marco de 2011

Coyhaique, Puerto Ibanez, Cerro castillo, Puerto Tranquilo

Em Coyhaique fomos conhecer a Reserva Nacional Coyhaique e fizemos uma pequena caminhada. Fica perto da cidade e o passeio em volta do lago estava otimo. Fomos ate Coyhaique alto tambem, dar uma olhada e a paisagem muda um pouco, sem florestas e mais de caracteristica de pampas com alguns Alamos, casas isoladas, montanhas e rio.
Deixamos Coyhaique com chuva e ventao, mas foi amenizando no caminho e o sol abriu nos possibilitando ver as montanhas comecando a nevar para a entrada do inverno. A vegetacao muda bastante, ja nao é mais florestal, mas tambem nao e´pampas, ficario no meio e posso dizer que é de tirar o folego. No caminho paramos para fazer xixi e ao abrir a porta do carro no chao muitos moranguinhos silvestres e alguns gritos meus de ¨ai que lindo¨!!! Bem docinho. O Cerro Castillo e seus arredores tem muitos senderos de longa e curta caminhada que parece que mais e mais as pessoas estao procurando. Nos no entanto so olhando a paisagem de dentro do carro e decidimos sair da carretera Austral e entrar para Puerto Ibanez. O que valeu a pena. Puerto Ibanez fica a margem do Lago General Carrera e leva de Ferry ate Chile Chico. Ë um pequenino povoado sem nada demais por agora, debe encher mais de gente em janeiro e fevereiro. Voltamos e almocamos em Cerro Castillo. Dois restaurantes, um do lado do outro. Um mais ¨chique¨ e outro mais simples. Qual escolher? O que estava mais cheio, debe ser o melhor. Era o mais simples, que tinha ate onibus parado na frente vindo de Crocrane a Coyhaique. O dono mesmo servindo, um senhor muito agradavel e sua senhora, puxa vida que delicia. Uma sopinha de marisco e depois, pao feito em casa e depois um prato de salada, batata e a carne que foi feita no forno a lenha e como a senhora disse faz a diferenca.
Depois do almoco e da barriga cheia, coloquei Rod Stewart[no dia seguinte dor de cabeca,rsrs} e comecei a cantar alto junto a ele. Gerry nao reclamou, devia estar bem contente,rsrsrs. No pequeño povoado de Cerro Castillo, que fica encravado no meio de montanhas altissimas com neve e picos, o rio, aguas correndo das montanhas, verdes por toda parte, me enchi de alegria e de um sentimento de tranquilidade. Haviam alguns jovens na beira da estrada pedindo carona, alguns gringos e outros Chilenos. Pena que em meu pais nao temos estes costumes saudaveis de sair e explorar a natureza, fazer essas aventuras. Somos shopping people.
Paramos para dormir em Puerto Tranquilo e procurei a cabana Estrela pois trouxe comigo as dicas do caderno de viagens do jornal El Mercurio. Valeu a pena, a cabana é otima. Hoje decidi nao passar frio e peguei seis cobertores ao todo. Gerry ria, ele nao senti frio como eu.
Confesso que me sinto cansada hoje, mas depois de tres copos do sem gosto nescafe ja estou melhorando e ficando pronta para nossa saida. Li em algum folder sobre o campo de gelo aquí atrás de Puerto Tranquilo, a 52 km e é para la que vamos agora. Vou fazer uns sanduiches e o sol esta nos chamando.

21 de marco de 2011

Hoje sao uma semana viajando. Fico anciosa, pois quero ir ao Ushuaia, mas tem que ver se vai dar tempo. Alias nao é tempo so, mas se nao vamos estar cansados no final. A placa indicativa dizia camino em construcao e 52 km ate Bahia Exploradores. Mas fomos ate o final e foi mais ou menos 82 km. Demos com um rio, que futuramente nos diceram que vao construir uma ponte. Ali ja estao trazendo pessoas para ir a Laguna San Rafael. O caminho esta em boas condicoes e a paisagem é espetacular. Montanhas e mais montanhas com neve e glaciares. Vamos acompanhando o tempo todo o rio com aguas verde leitosas. Levamos tres horas para chegar ao final aproveitando o caminho para tirar fotos e caminhar um pouquinho daqui e dali. Na volta paramos em um local que fez uma passagem na floresta para levar os turistas morro acima avistar o Ventisqueiro e o campo de gelo. Sao so 20 minutos acima e ja se avista gelo e mais gelo. Assim levamos o dia todo, so voltamos a Puerto Tranquilo as 5 horas da tarde. O dia esteve de sol e hoje parece que vamos ter a compania dele tambem. Vamos a Cochrane.

Montanhas de Cerro Castillo

Cena comum na Patagonia, Gauchos

Entrada de Cerro Castillo

Sao tao maravilhosas essa imagens que para mim retratam a grandeza de Deus

Gerry:

Saturday, 19 March
We had to change cabanas in the morning because we couldn’t get hot water out of the taps and neither could the owner organise this so we were changed to a much more up-market one. However, this move only happened late in the morning and was a bit of a curse in a way. One starts to find moving to different places every day and involving packing and unpacking, a bit of a hassle and so having two nights in a place offered a pleasing change. But this was not to be but in the end ,after moving, we enjoyed the better place. After showers and an early lunch we headed out up the nearby hills to a small national park. We were able to drive around a bit, admire some good views and then take a walk in the forest around a small, pleasant lake. After some shopping at the local, rather fine, supermarket we are stocked up and ready to move on. The forecast promises some reasonable weather but generally there must be rain too – as there is at this moment - to keep this area how it is.

Sunday, 20 March
Quite a bit if drizzle leaving town in the morning but still clear enough to appreciate the open farming country we passed through. Lovely black rocky hillocks rising out of sweeping areas of pastureland and, of course, streams running everywhere. At one point we stopped for a pee and happened to find ourselves on a big spread of wild strawberries low on the ground. They tasted very sweet and juicy. Gradually now rising upwards until we reached forested country and the National Park of Cerro Castillo, a vast area of many long trails (several days) which I would love to be able to walk, if I was younger. Cliffs high above us and many sporting so many colours of different rocks while rivers cascaded down alongside the road. Eventually we came down to Puerto Ibanez after traversing an area of fascinating black boulder mountains. Ibanez was apparently an engineer who must have has a lot to do with opening up this part of the country. Anyway here we found a pleasant little town and a large impressive car ferry which, seeing the Customs, must travel to Argentina along this huge lake that is shared with Chile.

Back along this road to the junction where we happily were able to see more of that array of stunning jagged mountains with rocky spires sticking upwards all amid glaciers and acres of snow. We soon arrived at the small town of Cerro Castillo and the name given to those spectacular mountains which we were forever trying to photograph. Here we had a wonderful lunch which was their daily fare – seafood soup, a huge chunk of delicious beef cooked in a wood-fired oven and a sweet – together with other customers. And so, to the road again, now winding upwards with endless remarkable views which had us stopping every few minutes. All this day we were travelling the same route – except for the bit down to the port - in reverse that we had taken last year but this time in the afternoon the day was reasonably clear so we could appreciate it better.

Although a relatively short distance (slightly over 100 kms) in the afternoon we took some three hours or so to reach our destination at Puerto Tranquillo down on the vast lake. For the last hour we were close to the lake in rough farming areas. Here, as in many other places, there was a preponderance of old logs lying scattered everywhere. I can only speculate that these, often magnificent, trees were felled some years previously to open up grassland for cattle. Sad that little was kept of all this wood and merely wasted to lie rotting on the ground. I presume that when Beryl Smeeton did her amazing trip on horses in 1938, that all this was forest, as she remarked on the major difficulties they encountered riding through this trackless country. Only the local gauchos could make their way through this difficult terrain but what a lady to have not only attempted this feat but succeeded in doing it!

Muitas aguas caindo ao longo da Carretera Austral

Caminho ao Campo de Gelo Norte/70 km adentro de Puert Tranquilo

Beleza Total

Caminho ao Campo de Gelo Norte

No caminho, um Indio vigiando suas amadas terras

Eu e o Indio olhando o horizonte

3/18/2011

Coyhaique

Claudia:
18 de marco de 2011.

Demos de cara com o inverno em Coyhaique. Que frio! Lá vamos nos achar cabana para dormir. A informacao turistica de Coyhaique é excelente. Tem muito catalogo informativo e te atendem super bem. Pegamos alguns dados de cabanas e fomos verificar. O preco alto e as cabanas bem inferior. Mas depois de muito procurar ficamos em uma simples e pelo preco de 30000. O que valeu é que a dona nos deu um guia de viajens bem completo e colocou na cama até edredon de pena de ganso e cobertor eletrico. Fiz uma gororoba para lanche, mas que no fundo é melhor que comer na rua, pois coloquei muitas verduras e saimos ao centro da cidade para comprar algumas coisas. Estava gelado, o ventinho batendo frio e chuviscando. A noite de novo cozinhei uma sopa cheia de verduras. Fiquei pensando nos tres rapazes girngos que encontramos na porta de um restaurante fechado que eu poderia oferecer comida a eles. Sempre quero matar a fome dos outros com meus dotes culinarios.

Gerry:
Friday, 18 March
Filled up with fuel (including the jerry can) there in Puerto Aysen
where it is a bit cheaper even than P Montt but still much more
expensive than it used to be a few months ago – apparently problems in
the Middle East. Still much rain bucketing down but it started to ease
as we drove up towards Coyhaique, the principle town in this region.
Certainly a pleasant town, set about 1,000 ft above MSL, beneath some
rugged mountain cliffs and the place which was snowed in for several
weeks last year. It was pretty cold yesterday and, after eventually
finding a small cabana to stay, we had to don extra clothing before we
wandered into town in the afternoon.

Puyuhuapi, Parque Queulat, Puerto Cisnes e Puerto Aysen

Parque Queulat

Claudia:
17 de marco de 2011.

Pensamento negativos invadiram minha mente antes de sair ao Parque Queulat, pois estava chovendo muito. Pensei que seria um dia em que nao veriamos nada e ainda passariamos as horas dentro do carro. Mas adoro surpresas e a primeira delas aconteceu a mais ou menos um km de Puyuhuapi quando nos pararam no caminho e tivemos que pegar um pequeno Ferry para cortar o caminho que estava interrompido por barreira. Algo diferente, vista diferente, do jeito que gosto. Economizar disel que esta carissimo pela crise no oriente medio…Desembarcamos ja perto do Ventisqueiro no Parque e Gerry decidiu entrar poque eu estava cetica com a chova e o frio. E valeu a pena, que maravilha. Forrando todo o chao com musgo amarelinho (nao sei porque o amarelo, talvez pelo outono) junto a Coigues e a outras pequenas plantas com as montanhas nos envolvendo e o Ventisqueiro ao fundo com o glaciar azualado. Resolvemos fazer a caminhada na chuva mesmo, que por sinal nao estava frio nem incomodo, mas uma delicia. Atravessamos uma ponte pensil e o rio passando por baixo estava super cheio e grande corrente. Muitos jovens de outros paises acampando, me senti mais um deles ou mais ou menos, porque nao fui tao corajosa a dormir em camping ainda que tenho tudo no carro. Quem sabe qualquer hora saio de meu comodismo e ….Valeu o passeio, hora de subir o Parque e descobrir que a chuva trouxe neve em quase todos os picos e pelas montanhas desciam descomunalmente, nunca vi daquilo, agua e mais agua em forma de fios ou grandes cascatas. Que espetaculo!!! A vegetacao do Parque é ainda mais bonita que de outros locais, ainda mais plantas diferentes dividem o mesmo espaco. Esqueci toda minha vida e so admirei aquilo tudo. A parte do Parque ainda esta em estrada de terra, mas depois comeca asfalto e estao arrumando e fazendo quiosques confortaveis com mirantes. A unica coisa que nao gosto é que quando vc faz estas rodovias, afasta toda a vegetacao da vista e só se pode admirar de muito longe e nao da para sentir o local. Mas desenvolvimento, o que fazer? No caminho fomos conhecer Puerto Cisnes e depois dormimos em cabana em Puerto Aysén, onde o disel é mais barato e amanha enchemos o tanque e um conteiner. Os locais de dormir estao caros, mas encontrei uma cabana por 30.000 p boa. A dona da cabana me contou que a maioria dos turistas que dormem em Puerto Aysén vao por causa do passeio até a laguna San Rafael. Como é um passeio muito caro resolvi nao faze-lo pois pretendemos fazer outras coisas e ja iremos visitar glaciares na volta no Navimag.
O turismo esta entrando com tudo nesta regiao pois as casas estao se transformando em Hosterias, Cabanas, hoteis, restaurantes, o povo esta realmente investindo nisto.
Alem de serem super simpaticos e estarem mais preparados para receber turistas que na regiao em que vivo. O Chileno nao só te da a informacao mas te leva até o local.

Gerry:
Thursday, 17 March
Rain on and off all day but a truly magnificent and exciting day for us
despite travelling through mostly “old” country. Started off before 10
and drove only a few miles down the road before we found the road closed
and had to take to a landing craft on the fjord. This part of the road
follows along the steep-sided cliffs above the fjord which had obviously
fallen away at one section. We could see the excavators working further
along and, through binoculars, the men working above them – presumably
hacking away at vegetations - on the steep slopes. More and more am I
impressed with the hard work these road people do – so often in day-long
pouring rain - and the engineers who design these roads through the most
difficult terrain. After some twenty minutes we were landed again and
heading into this wonderful Queulat Park

As before, we find this park most stunning and fascinating both at the
viewpoint for the hanging glacier and the rest of the winding road which
goes well up into the mountains. We arrived at the former with the rain
easing and had a slightly longer walk having parked wrongly but the air
is so bracing we didn’t mind. Quite a big and lovely campsite with
several hardy characters staying there. Crossed over the swinging bridge
and along to the lake where we could look on the glacier but this time
we had no luck in seeing it calve as we so fortunately did the time
before. Such lovely country and once again amazed at the power of the
water that roared beneath the bridge. Also, quite different from last
time, was this amazingly yellow grass or moss which adorned the ground
in many places making beautiful pictures.

And so on up the mountain with stunning views and this time, although
raining quite a bit, we had great views of the snowy mountain tops.
Waterfalls just everywhere yesterday with torrents falling down these
cliffs and rivers roaring wildly. (I suddenly think of how we, as young
kids, used to announce the stream at the Downs was “roaring” after heavy
rain.) Down the other side remembering where we had lunched before but
realising that big landslides had changed some things quite a lot,
having obliterated trees that hid the sights before.

Getting down we suddenly arrived at the smart tar road and turned right
this time to visit another port, Puerto Cisnes. Again spectacular
mountains and this fine road heading along precariously until it gave
out to dirt again but here they are constructing a new route which will
make life for the motorist easier. We drove down to Cisnes and had a
look around. A pleasant little town which I reckon we should have stayed
at for the night but it was only 3.30 so we felt we must push on. These
days though, I find that after the odd six hours of gawping at this
amazing scenery, I can’t really properly absorb much more. However, we
went on back and then southwards expecting to find a cabana in the next
village some two hours ahead. There was only one there and no one around
to offer it to us so we had to head onwards ending up in Puerto Aysen
which is the major port in the area. Here too the fuel should be less
expensive than we have come across. It was quite late before we found a
reasonable cabana which the woman had to clean up. In the meantime we
walked a considerable way in pouring rain having left ‘Scamp’ there. We
were soaked once again and actually took a taxi back again. Nice though
to be able to enjoy the fire in the cabana and dry things out while Mon
Lady cooked us a fine meal. Today to dig out our “wet clothing” and
hopefully a short drive.

La Junta, Lago Verde e Puyuhuapi

Camino a Lago Verde

Chilco

Claudia:
16 de marco de 2011

Belo dia fez ontem, com muito sol. Saindo de nossa cabana que ficava antes da ponte em La Junta, passamos por uma placa que dizia Lago Verde a esquerda. Olhando para aqueles lados as montanhas estavam convidativas e resolvemos ir ate Lago Verde a 77 Km dali. A estrada de chao era muito boa e a paisagem lindissima. Passeamos por vales e fomos beirando um rio verde, verde e de praia com pedras brancas. A vegetacao luxuriosa, o Chilco, uma planta de florzinha vermelha que parece um cininho esta em floracao e preenche o caminho por tudo junto a Nalca uma folha verde grande que parece reminiscencia da idade primitiva de tao grande. O tempo todo passear pela carretera Austral me da a impressao de estar dentro de um parque. Pouquissimos carros avistamos, pouquissimas casas, quase nao se ve gente. O tempo todo passamos por florestas de Coigues e outras arvores que desconheco. Muita agua, muitas cachoeirinhas e rios de pedras. O Sergio, dono da cabana, comentou que estao vindo muitos estrangeiros morar aquí pois dizem que a agua do Planeta ira acabar e aquí na Patagonia tem a vontade.
Lago Verde e uma pequenina populacao na divisa com Argentina. So paramos para almocar, nosso piquenique e voltamos em direcao a Puyuhuapi. Ate que ainda tem alguns turistas por aquí. O camping cheio e alguns motoqueiros pela cidade. Puyuhuapi e uma delica de pequenina cidade. Dormimos na Hosteria Alemana (27.700) que estava bem confortavel com as camas deliciosas. Na vez passada dormimos no Hotel da Luiza, estas duas Hosterias sao casas antigas Alemas que ampliaram para fazer o Hotel. E muito bom ter esta oportunidade de entrar nestas casas antigas, onde o dono ainda mora e a da Luiza e a primeira casa da vila e conta a historia da colonizacao do local pelos Alemaes. As casas sao muito bem construidas em madeira, por dentro os moveis que eles mesmo construiram sao fortes e de otima madeira. A casa esta cheia de flores e impecavelmente limpa. O café da manha ao estilo Alemao com pao feito em casa, salames, queijos, suco valem a pena.
Vamos sair em direcao ao Parque Queulat que e o meu chodo. E um lugar lindissimo.

As aguas verdes do rio no Camino a Lago Verde

This is what could happen (Camino a lago Verde)

Nalca

Gerry:
Wednesday, 16 March
Packed up and on our way before 10. the mountains to the east looked
fascinating and we decided to take a look along the road to Lago Verde
and by Jove, it was something else and we ended up getting “hooked” and
going right there. Ranges of sharp high mountains, many scarred with
great slashes of rock-falls, through which we wended our way with the
views of green waters below. The usual displays of waterfalls and twisty
roads along which we admired the mass of those huge leaves and the
bushes with lovely very red hanging “bells” with a blue inset. We have
been seeing a lot of these recently and, though we have both in our
garden at home, we found these even more special. Lovely bracing air and
we were fortunate to have a reasonably fine day with some sunny periods
so stopped often to walk a bit along the road.

We finally came to the chirpy little town with its neat, clean concrete
streets after the long dirt roads we had followed. It is virtually on
the border with Argentina and has some nice long treks to follow but, of
course, we don’t have the time nor the energy to tackle these. We took
our picnic lunch down to a clear spot before returning down the road.
Back at La Junta we carried on south to reach Puyuhuapi, a delightful
small town on one of those long fjords that come in from the west. Found
ourselves in a clean and comfortable small hostel where we have spent
the night. Unfortunately we seem unable to work the heater and so have
been under the splendid blankets provided. Always new places and new
ways of going about life.