Camino a Lago Verde
Chilco
Claudia:
16 de marco de 2011
Belo dia fez ontem, com muito sol. Saindo de nossa cabana que ficava antes da ponte em La Junta, passamos por uma placa que dizia Lago Verde a esquerda. Olhando para aqueles lados as montanhas estavam convidativas e resolvemos ir ate Lago Verde a 77 Km dali. A estrada de chao era muito boa e a paisagem lindissima. Passeamos por vales e fomos beirando um rio verde, verde e de praia com pedras brancas. A vegetacao luxuriosa, o Chilco, uma planta de florzinha vermelha que parece um cininho esta em floracao e preenche o caminho por tudo junto a Nalca uma folha verde grande que parece reminiscencia da idade primitiva de tao grande. O tempo todo passear pela carretera Austral me da a impressao de estar dentro de um parque. Pouquissimos carros avistamos, pouquissimas casas, quase nao se ve gente. O tempo todo passamos por florestas de Coigues e outras arvores que desconheco. Muita agua, muitas cachoeirinhas e rios de pedras. O Sergio, dono da cabana, comentou que estao vindo muitos estrangeiros morar aquí pois dizem que a agua do Planeta ira acabar e aquí na Patagonia tem a vontade.
Lago Verde e uma pequenina populacao na divisa com Argentina. So paramos para almocar, nosso piquenique e voltamos em direcao a Puyuhuapi. Ate que ainda tem alguns turistas por aquí. O camping cheio e alguns motoqueiros pela cidade. Puyuhuapi e uma delica de pequenina cidade. Dormimos na Hosteria Alemana (27.700) que estava bem confortavel com as camas deliciosas. Na vez passada dormimos no Hotel da Luiza, estas duas Hosterias sao casas antigas Alemas que ampliaram para fazer o Hotel. E muito bom ter esta oportunidade de entrar nestas casas antigas, onde o dono ainda mora e a da Luiza e a primeira casa da vila e conta a historia da colonizacao do local pelos Alemaes. As casas sao muito bem construidas em madeira, por dentro os moveis que eles mesmo construiram sao fortes e de otima madeira. A casa esta cheia de flores e impecavelmente limpa. O café da manha ao estilo Alemao com pao feito em casa, salames, queijos, suco valem a pena.
Vamos sair em direcao ao Parque Queulat que e o meu chodo. E um lugar lindissimo.
As aguas verdes do rio no Camino a Lago Verde
This is what could happen (Camino a lago Verde)
Nalca
Gerry:
Wednesday, 16 March
Packed up and on our way before 10. the mountains to the east looked
fascinating and we decided to take a look along the road to Lago Verde
and by Jove, it was something else and we ended up getting “hooked” and
going right there. Ranges of sharp high mountains, many scarred with
great slashes of rock-falls, through which we wended our way with the
views of green waters below. The usual displays of waterfalls and twisty
roads along which we admired the mass of those huge leaves and the
bushes with lovely very red hanging “bells” with a blue inset. We have
been seeing a lot of these recently and, though we have both in our
garden at home, we found these even more special. Lovely bracing air and
we were fortunate to have a reasonably fine day with some sunny periods
so stopped often to walk a bit along the road.
We finally came to the chirpy little town with its neat, clean concrete
streets after the long dirt roads we had followed. It is virtually on
the border with Argentina and has some nice long treks to follow but, of
course, we don’t have the time nor the energy to tackle these. We took
our picnic lunch down to a clear spot before returning down the road.
Back at La Junta we carried on south to reach Puyuhuapi, a delightful
small town on one of those long fjords that come in from the west. Found
ourselves in a clean and comfortable small hostel where we have spent
the night. Unfortunately we seem unable to work the heater and so have
been under the splendid blankets provided. Always new places and new
ways of going about life.
Nenhum comentário:
Postar um comentário